CARAVANA A PARIS (COP 21) – Carta Aberta aos amigos e amigas do Crítica Radical

           Amigos e amigas,

          Na Conferência da ONU sobre o Clima (COP 21)*, em Paris, teremos a oportunidade de estreitar relações com manifestantes que também não aceitam a extinção da humanidade e do planeta.

          Além disso, poderemos contatar pessoas que realizam novas tentativas para a produção da vida autônoma em relação ao mercado e ao estado.

          Ademais, teremos a oportunidade histórica de (re)encontrar amigos(as) que também almejam a supressão das relações patriarcais capitalistas buscando a construção de um movimento social transnacional emancipatório fundamentado na crítica radical da crise categorial.

          Nesse sentido, além de apresentar um projeto inovador para a humanidade e o planeta, vamos convidar palestrantes/participantes para um Fórum que se realizará em Fortaleza e Rio de Janeiro em março de 2016.

          Com esse mesmo objetivo iniciamos a implantação do Projeto Brotando a Emancipação, num sítio próximo de Fortaleza/Ceará, lutando para edificarmos uma nova relação social, humana e com a natureza.

          É com esse mesmo espírito que estamos prestando nossa solidariedade efetiva aos companheiros(as) do Hospital das Clínicas e Maternidade Escola da UFC ameaçados de demissão. Esta solidariedade se estende a todos os trabalhadores em luta. Uma luta que tem possibilitado a gestação de uma dialética inovadora entre a imanência e a transcendência ao capitalismo.

          Há muitos anos aninhamos o sonho da emancipação humana. Recentemente inauguramos, enfrentando enormes dificuldades, programas pela Web TV e rádio comunitária para contribuir na transformação coletiva desse sonho em realidade.

          Colabore para que essa nova ideia com sua práxis correspondente cheguem a Paris. Ajude-nos a superar os sérios obstáculos financeiros para a viagem. Temos certeza que vamos contar novamente com você. Várias iniciativas estão sendo tomadas , como feijoada, campanha pela internet, contatos com artistas para shows, etc.

          Nesse novo período histórico que se abre, estamos lutando para substituir o cântico morto das mercadorias e suas paixões pelo cantar pleno de uma nova vida emancipada para a humanidade e o planeta.

          Afinal, o sonho que não se sonha só, vira realidade!

          Abraço!

          Crítica Radical

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        FEIJOADA A LA PARIS 2

          Feijoada, conversa boa, música e muita alegria. Um encontro de pessoas e ideias criativas para pensarmos e construirmos uma alternativa para superar a extinção da humanidade e do planeta. Essa é a proposta que queremos levar a Paris na 21ª Conferência Mundial da ONU sobre o Clima (30/11 a 12/12).

          Com a sua participação, você colabora e se delicia com uma gostosa feijoada cujo ingrediente principal é uma

vida plena de sentido!

                                                                                                                                                         ADESÃO: 1O,OO

          Local: Espaço Cultural do SINTAF – 14/11/2015 (sábado) – A partir das 11h
Rua Padre Mororó, 952 – Centro (entre Guilherme Rocha e Liberato Barroso)
          Responsável: Crítica Radical (85) 30812956, (85) 985166253

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                 *A 21ª Conferência Mundial do Clima (COP 21) será realizada  de 30 de novembro a 12 de dezembro de 2015, em Paris e terá como principal objetivo costurar um novo acordo entre os países para diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Além dos encontros e manifestações  que acontecerão em Paris, está sendo convocada também uma MOBILIZAÇÃO PELO CLIMA em todo o mundo para o dia 29 de novembro. 

                 É uma oportunidade ímpar para levarmos o nosso Grito pela Emancipação! Daí a iniciativa de organizarmos as JORNADAS EMANCIPATÓRIAS, com destaque para a preparação da CARAVANA A PARIS por ocasião da Conferência, como oportunidade de fortalecer a ideia da construção de um movimento para superar a extinção da humanidade e do planeta.

                 Foram formadas algumas comissões para encaminhamentos: de articulação, de eventos e finanças e de comunicação.

                 Decidimos também fazer uma programação de estudos coletivos às sextas-feiras, iniciando com o livro A Sexta Extinção, de Elizabeth Kolbert.

A Sexta Extinção

                 A sistemática do estudo está a apresentação dos capítulos do livro por vários companheiros(as) e em seguida o debate.

                  Participe!

30/10 – sexta-feira – 15h – Fac. de Arquitetura da UFC

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SINOPSE DO LIVRO A SEXTA EXTINÇÃO

 Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco brutais extinções em massa, nas quais sua biodiversidade caiu de maneira abrupta. Dessas, a mais conhecida foi a que eliminou, entre outros seres vivos, os dinossauros, quando um asteroide colidiu com o planeta há 65 milhões de anos. Atualmente, vem s endo monitorada a sexta extinção, que tem potencial para ser a mais devastadora da história da Terra. Mas, dessa vez, a causa não é um asteroide ou algo semelhante. Nós somos a causa.

Em A sexta extinção, a jornalista Elizabeth Kolbert explica de que maneira e por que o ser humano alterou a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie o fizera até hoje. Para isso, a autora lança mão de trabalhos de dezenas de cientistas nas searas mais diversas e vai aos lugares mais remotos em busca de respostas: de ilhas quase inacessíveis na Islândia até a vastidão da cordilheira dos Andes.

Neste livro, Kolbert apresenta ao leitor doze espécies — algumas desaparecidas, outras em vias de extinção — e, partir daí, chega à conclusão assustadora de que uma quantidade inigualável de animais está desaparecendo bem diante de nossos olhos. Ao mesmo tempo, a jornalista traça um panorama de como a extinção tem sido entendida pelo homem nos últimos séculos, desde os primeiros artigos sobre o tema, do naturalista francês Georges Cuvier, passando por Charles Lyell e Charles Darwin, até os dias de hoje. Kolbert mostra que a sexta extinção corre o risco de ser o legado final da humanidade e nos convida a repensar uma questão fundamental: o que significa ser humano?

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