EMANCIPAÇÃO AINDA QUE TARDIA! FINALMENTE, O ENCONTRO!

 Finalmente, o encontro acontecerá! Participe!

EMANCIPAÇÃO AINDA QUE TARDIA!

A crise atingiu o próprio núcleo do sistema.

Com isso, seus limites interno e externo vieram à tona.

A partir daí tomou corpo a desagregação do modo de produção e de vida capitalista. Ficou visível o recuo da civilização.

Essa nova situação colocou a humanidade e o planeta diante de uma barbárie que expõe o processo de decomposição destrutivo e violento da formação capitalista. A reprodução social ficou prisioneira numa paralisação inusitada frente à falta de rentabilidade ou capacidade de financiamento. A miséria dessa paralisia do capital se transformou na paralisia da miséria do seu sujeito automático, o próprio capital.

Resumindo: estamos nos deparando com a crise do colapso do capitalismo. Seu limite histórico, finalmente, está mostrando a sua cara.

Mas, a humanidade não se preparou para enfrentar esses desafios.

Não quis ver, nem ouvir, nem falar da crítica radical da crise, ou seja, da ruptura categorial com o capitalismo.

Agora, nos deparamos com uma situação que ameaça de extinção a humanidade e o planeta.

Não será uma tarefa fácil enfrentar essa complexidade.

Primeiro, porque não está completamente desenvolvida uma crítica emancipatória do capitalismo.

Segundo, porque as pessoas, mesmo com o desabar da crise, se agarram às condições de vida capitalistas ainda existentes. Essas condições de vida estão desaparecendo.

Terceiro, porque o desafio de organizarmos um movimento social transnacional emancipatório ensaia seus primeiros passos.

As crises da imposição histórica do capital com suas crises cíclicas ou estruturais se transmuta agora na crise do limite do sistema. Essa crise, finalmente, pode ser suplantada juntamente com o capitalismo.

Essa suplantação tornou-se inadiável porque se a crise é objetiva, a emancipação não. A autodestruição do capital não é idêntica à emancipação que tem que ser construída. Essa objetividade da crise e do limite não é uma questão contra a qual não se pode lutar. Seu surgimento é histórico e não natural. Portanto, criticável e suplantável.

A crítica emancipatória à relação social capitalista pode ser compreendida como condicionada, mas não determinada. A crítica na sua abrangência teórica e prática pode, portanto, descondicionar-se e, indo muito mais à frente, voltar-se contra as formas de existência, formas de resistência e formas de pensamento ainda dominantes.

Por isso enfatizamos: nunca houve um período da história da humanidade em que a vontade consciente e organizada dos seres humanos tenha tido uma importância tão decisiva como tem agora na suplantação do capitalismo.

Por isso é que o colapso ambiental, da relação fetichista patriarcal capitalista e do sujeito não é insuperável.

Responder a esses desafios é o motivo do encontro do Crítica Radical.

Você está convidado(a)!

Um abraço!

Crítica Radical

DIA 20/02/16 – SÁBADO – 9 HORAS – ARQUITETURA DA UFC

 

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