PRA SONHARMOS JUNTOS(AS) – 4 e 7 de junho

 

Os novos escravos têm que ser

conscientes e livres para se emanciparem!

Uma noite inesquecível.

Um coquetel, na Carapinima, com uma especial caipirinha.

Preparada com a mais antiga e saborosa Rosa da Fonseca do Ceará.

Amigo(a), é um convite para você participar numa festadebate.

Através dela uma proposta de saída para a crise atual. E de entrada para uma nova vida, uma nova relação social e com a natureza.

E tem o livro sobre a Rosa e a Crítica Radical com aquela permanente conspiração.

Uma narrativa que havia ficado proscrita até que a realidade pudesse se aproximar do pensamento.

Uma chegança que acumulou elementos teóricos e práticos capazes de suplantarmos o moderno sistema fetichista patriarcal produtor de mercadorias na sua fronteira histórica.

Hoje, estamos nos deparando com uma crônica anunciada que previa um processo destrutivo, autodestrutivo, corrupto e violento da decomposição da formação capitalista.

E o resultado está aí: a barbárie se compõe como uma trágica melodia no nosso dia-a-dia.

Afinal, o progresso, o desenvolvimento e a modernização capitalistas estão estagnadas

A contradição em processo do capitalismo perdeu sua dinâmica em função de uma crise inusitada do sistema.

Com isso, ficaram escancarados os limites tanto interno (econômico) como externo (ecológico) do sistema.

Sua condição de fênix que sempre renascia das cinzas nas crises anteriores acabou.

Hoje, o próprio núcleo do capitalismo foi atingido e começa a apresentar, após quase 300 anos, a sua decomposição.

A 3ª revolução industrial começou a retirar a substância (trabalho) do capital.

A 4ª revolução industrial retira ambos.

Com isso, a briga entre situação e oposição, presa na forma capitalista, com manifestações radicalizadas ou não, com suas substituições de governantes por outros sem vir à tona as suas verdadeiras causas; com suas eleições diretas e indiretas, que continuam sustentadas no fracasso da política, seus partidos, parlamentares e congresso; com forças armadas nas ruas, cujas explicações foram utilizadas pelos fascistas e nazistas para justificar suas práticas monstruosas. Tudo isso constitui uma demonstração inequívoca de que daí jamais virá emancipação humana e ambiental.

Os líderes da manutenção do capitalismo ou das lutas que não querem romper com suas categorias, acusam de “utopistas” quem questiona o quadro geral da sociedade atual com seu estado, mercado, política, economia, trabalho, mercadoria, valor, dissociação, dinheiro e demais categorias capitalistas.

Todavia, os “utopistas”, no mau sentido do termo, são eles, que querem continuar a viver no sistema cujo limite foi alcançado.

E as justificativas para a sua continuidade nos conduzem para a extinção da humanidade e da natureza.

Amigo(a), o capitalismo está se suicidando. Conta com Temer, Trump, … e quer levar você.

Aproveitaremos essa rara oportunidade histórica para construirmos um projeto emancipatório que nos permita suplantar o capitalismo e seus podres poderes?

Se o capitalismo é uma sociedade governada por mecanismos anônimos irracionais, automáticos e incontroláveis da produção do valor-dissociação, que seres humanos poderão realizar a transformação emancipatória?

O debate sobre a crise atual, a resposta para os esses questionamentos e o lançamento do livro sobre a Rosa e o grupo, nos permitem um sonhar que ao sonharmos juntos transformaremos a realidade.

Por que? Porque nos permitirá pensar o impensável.

Porque nos convocará para fazermos o impossível

E isso num espaço que emana instigação para discutirmos e organizarmos um novo movimento social capaz de realizar essa façanha histórica.

Além disso, o autor do livro, Érico Firmo, propicia uma leitura que quase nos liberta.

E a biografada supera sua xará Rosa Luxemburgo, pois ao compreender o lado objetivo do colapso do capitalismo foi fundo e, com o grupo, mudou a vida dela completamente.

Você não pode perder esse momento.

Seu abraço e sua poesia.

Sua música e sua criatividade.

Seu astral e sua contagiante alegria junina.

Seu ar emancipatório vai nos convocar para edificarmos uma vida plena de sentido.

Para uma sociedade humanamente diversa e desfetichizada, socialmente igual e criativa, ecologicamente exuberante e bela, prazerosa no ócio produtivo, consciente e completamente livre.

Venha para um encontro à altura dos desafios da humanidade e da natureza.

Para sonharmos juntos(as) e nos transformarmos juntamente com nossa cidade, país e mundo

Um abraço!

Crítica Radical

CASARÃO BENFICA

Av. Carapinima, 1884 – BENFICA

Quarta-feira 7 de junho 2017

A partir das 18h30m

 

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