PROJETO SÍTIO BROTANDO A EMANCIPAÇÃO

ENFIM, A SAÍDA!

             Um novo ar tomou conta da cidade de Fortaleza.  Desde o começo do ano se espraia pelo Ceará e país. E, agora, começa a se espalhar pelo mundo.

            O Projeto Brotando a Emancipação já está dando seus frutos!

            Mangas, bananas, mandiocas, macaxeiras, batatas-doces do sítio vêm sendo compartilhadas sem a mediação com o dinheiro. Em breve, será o caju e a castanha!

            Primeiro, as pessoas estranharam. Depois, entenderam o gesto da partilha. E, então, ficaram tocadas. Isto replanta uma nova solidariedade que enseja inovadoras atividades coletivas com suas festas criativas.

            Festas que já vêm ocorrendo junto da comunidade da Mangabeira. Numa delas comemoramos a instalação do primeiro núcleo de pessoas que já estão morando no sítio. Nessas festas partilhamos não só os frutos da terra, a farinhada, quitutes como beiju, tapioca e mucunzá, mas também alegria, solidariedade, dança, quadrilha e sonhos de uma nova sociedade que vai se tornando realidade.

            Projetos os mais variados estão em gestação: da plantação com métodos de agrofloresta e permacultura à bioconstrução, da energia alternativa à preservação das sementes originais, da irrigação ao beneficiamento da carne de caju e ao maior dos desafios que é iniciar a construção de uma nova relação social.

            Só foi possível iniciar o projeto porque contamos com expressiva solidariedade. Já repassamos tres parcelas do valor da terra somando R$ 390 mil. Agora, chegou a hora de concluirmos a aquisição do sítio e contamos com sua sensibilidade para repassarmos os R$ 160 mil restantes. Temos a convicção da multiplicação de suas variadas iniciativas para alcançarmos esse objetivo. Essa aquisição será motivo para realizarmos uma festa especial com a construção da Sociedade dos Amigos(as) do Projeto Brotando a Emancipação.

            Contando com você construiremos esse projeto. Nesse sentido, um anteprojeto será apresentado num amplo encontro para que todas as pessoas interessadas possam participar da discussão, elaboração e execução do projeto.

           Um projeto que ganha ares especiais. Afinal, se o capitalismo pretende nos encerrar em sua gaiola de ferro invisível, nos construiremos conscientes e livres para a emancipação. Se ele até aqui só ensejou uma forma de crítica que busca uma melhor distribuição de suas categorias, nós queremos aboli-las.

            Esses caminhos não estavam traçados. Por isso, feito pássaros, voamos. E voamos buscando incansavelmente uma alternativa à barbárie que a decomposição do capitalismo engendra. Se o mundo aprendeu a encarar como naturais o dinheiro, o valor, a dissociação sexual, o trabalho, a mercadoria, a política, o estado, o mercado, a concorrência, nós pretendemos ir muito além dessas categorias. Ou a emancipação será a ruptura com elas ou não será emancipação.

           Afinal, o nosso objetivo é uma sociedade muito superior à sociedade capitalista.

           Por causa disso apostamos no desabrochar de um antissujeito. Um indivíduo sensível cuja individualidade coletiva superará o apequenamento de sua alma. Através dele, aqui e no mundo, brotará uma nova relação social que suplantará essa forma vazia, pobre de conteúdo, inconsciente, desumana e fetichista da vida mercantil.

            Temos consciência do inusitado da proposta. De sua complexidade e beleza teóricas e práticas para a realização dessa façanha histórica.

            Em razão disso, o nosso voo não pressupõe um isolamento em novas gaiolas. Estamos seguros(as) de que não buscamos uma ilha em meio a uma sociedade mundial em colapso.

            Será, sim, um primeiro passo na direção de um movimento mundial daqueles e daquelas que querem acertar contas com o moderno sistema patriarcal produtor de mercadorias.

           Um sistema que submeteu toda a existência na terra ao movimento incessante e automático de multiplicação do dinheiro, cujo limite e consequência vem provocando o genocídio da humanidade e o ecocídio do planeta.

            Nesse voo, o deus da sociedade capitalista será abolido. A vida e a natureza não estarão submetidas a esse movimento.  Nesse sentido, o Projeto do Sítio Brotando a Emancipação será um espaço onde o dinheiro não deverá determinar as relações sociais, tampouco as relações com a natureza.

            O nosso voo de saída é para cultivar uma vida dedicada aos verdadeiros problemas humanos. Uma vida plena de sentido relacionada a um viver social consciente. Sem dúvidas, em tudo superior ao reinado da irracionalidade advinda de uma segunda natureza inconsciente e destrutiva.

            Ao contrário, nosso voo é para semear, aguar, cultivar relações humanas e com a natureza que possibilitem uma nova humanização.

            Mas esse voo não pode ser de poucos. É preciso que se torne uma revoada que passa anunciando o brotar da emancipação humana. Esse voo é seu. É nosso. É da humanidade e do planeta.

            Um abraço!

            Crítica Radical

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