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ADEUS, UTOPIA CAPITALISTA!

Aos amigos e amigas do Crítica Radical

Uma prática muda o mundo – a prática da emancipação.

Essa façanha histórica supera a pré-história e inicia uma outra história substituindo, através do metassujeito e do seu movimento transnacional emancipatório, a vida falsa pela vida autêntica.

Extingue as categorias básicas da existência humana em crise porque foram consideradas naturais e não construções históricas.

Muda o mundo ultrapassando o horizonte da formatação fetichista, ao substituir o capitalismo que alimenta a barbárie, torna o ser humano inútil e a terra inabitável.

Supera a ontologia atual possibilitando um segundo despertar da humanidade.

Inicia a transformação do ser humano que só pode se criar a si mesmo de forma consciente, ou seja, autoconsciente para não só enfrentar, mas arrancar as máscaras sociais que nossa velha inimiga, a mercadoria, imprimiu em nossos rostos; afinal, o capitalismo não produz apenas as mercadorias para as pessoas, mas as pessoas para as mercadorias.

Supera o passado, o presente e a atmosfera reinante de insegurança e incerteza sobre o futuro.

Inaugura a mais bela relação do ser humano com a natureza.

Liberta a pessoa humana para a transcendência, arrancando-a do seu aprisionamento à imanência e sujeição ao sistema, possibilitando-lhe a condição para romper todo tipo de preconceito, opressão, dominação, exploração, exclusão, anti-semitismo, neofascismo, populismo, xenofobia, homofobia, racismo, etnocentrismo, machismo, fundamentalismo, reacionarismo, corrupção, violência, narcisismo, ressentimento, ódio, amoque, genocídio, ecocídio e barbárie.

Voa sobre caminhos não traçados, suplantando o moderno sistema fetichista patriarcal produtor de mercadorias e seu colapso, com todas as suas expressões políticas.

Origina experiências sintonizadas com uma vida plena de sentido, numa luta constante pela construção da comunidade planetária emancipada. Experiências essas que buscam a apropriação abrangente das forças produtivas sociais modernas e batalham conscientes, livres e associadas para serem autônomas, auto-organizadas e auto-administradas, independentes, portanto, do estado, mercado e demais categorias do patriarcado capitalista.

Possibilita as mais criativas, ousadas e instigantes reflexões da pessoa humana.

Reconsidera a vida acabando com a pandemização e o exílio do mundo e instigando-nos para criação da alternativa ao capitalismo.

Leva ao infinito as iniciativas de colaboração dos indivíduos sociais sensíveis, conscientes, livres e associados na ruptura com a história das relações fetichistas.

Realiza o vôo mais alto da inteligência humana, ao tornar possível uma segunda constituição humana.

Dá adeus ao sofrimento e inaugura o reino da felicidade humana e ambiental.

Você duvida?

Então, veja os porquês com o Grupo e/ou Programa Crítica Radical ao vivo, que retornará após as reparações dos estragos provocados no nosso estúdio pela pane elétrica.

Fortaleza, 28 de agosto de 2020

1 ano da Mostra Meta-Arquivo e 41 anos da A